Mercado de bebidas premium tem crescido e impulsiona vendas


O tamanho do mercado Ásia-Pacífico foi calculado com base no valor de 2026, representando 23% de participação de US$ 2,48 bilhões, apoiado pelo aumento do consumo urbano e pela expansão das redes de varejo. As bebidas alcoólicas prontas para consumo, conhecidas como RTDs, têm ganhado espaço no mercado brasileiro. O consumo de bebidas alcoólicas no Brasil reflete uma rica tapeçaria cultural e social, variando conforme regiões, faixas etárias e ocasiões. Em 2025, as preferências dos brasileiros continuam a destacar algumas bebidas tradicionais, enquanto outras ganham espaço no mercado.

As cápsulas de café compatíveis geraram US$ 57,83 milhões em 2026, representando 20% do mercado total. Espera-se que este segmento cresça a um CAGR de 7,89% de 2026 a 2035, impulsionado pela demanda de compatibilidade entre marcas. As cápsulas Caramelito representam cerca de 15% do mercado, impulsionadas pela demanda por sabores doces e ricos de café.

Perspectiva Regional do Mercado de Lagosta

Estudos indicam que 36% dos brasileiros consomem destilados, com a vodka sendo uma das principais escolhas . De acordo com o “Dossiê das Bebidas” da MindMiners, 37% dos entrevistados consomem vinho, refletindo um aumento no interesse por essa bebida. Com uma produção anual de aproximadamente 1,5 bilhão de litros, a bebida é amplamente utilizada em coquetéis como a caipirinha. Apesar da retração no curto prazo — com queda de 20,9% nas ocasiões de consumo e redução de 13,8% no volume médio por visita —, o cenário de longo prazo é mais positivo. Houve um aumento de 7,8% na frequência de visitas e de 4,4% nas ocasiões de compra em pontos de venda fora do lar.

Inovação, custo e regulação: o que vem pela frente

O crescente interesse em experiências com bebidas premium entre os consumidores mais jovens também apoiou um crescimento de aproximadamente 19% na experimentação de bebidas alcoólicas aromatizadas nos mercados urbanos. O tamanho do mercado global de lagosta foi de US$ 9,87 bilhões em 2025 e deve atingir US$ 10,88 bilhões em 2026 e expandir ainda mais para US$ 26,3 bilhões até 2035, exibindo um CAGR de 10,3% durante o período de previsão. Os padrões regionais de consumo de frutos do mar mostram Maxx Select que a América do Norte é responsável por 38% do mercado global de lagosta devido às fortes indústrias de colheita de lagosta e à demanda por restaurantes de frutos do mar. A Europa contribui com aproximadamente 27% de participação apoiada pelas indústrias de processamento de frutos do mar e pelos mercados varejistas de frutos do mar congelados. A Ásia-Pacífico detém quase 25% de participação devido ao aumento das importações de frutos do mar e à demanda por restaurantes premium.

A América do Norte foi responsável por US$ 5,81 bilhões em 2026, representando 46% do mercado total. Espera-se que este segmento cresça a um CAGR de 24,57% durante o período de previsão devido ao aumento da preferência do consumidor por bebidas aromatizadas prontas para beber. As restrições regulatórias relacionadas à comercialização e distribuição de bebidas alcoólicas apresentam restrições notáveis ​​para o Mercado de Chá Duro. A rotulagem do álcool, as políticas fiscais e as regulamentações publicitárias influenciam a acessibilidade dos produtos em muitas regiões. Quase 37% dos fabricantes de bebidas relatam que a conformidade com as leis de distribuição de álcool aumenta a complexidade operacional de produtos prontos para beber, como o chá duro.

Quase 32% dos fabricantes estão introduzindo formulações com baixo teor de açúcar ou calorias para atender às preferências dos consumidores preocupados com a saúde. A inovação em embalagens também está aumentando, já que cerca de 46% dos novos produtos são lançados em latas finas de alumínio projetadas para conveniência e portabilidade. Os lançamentos sazonais de sabores contribuem para quase 21% da experimentação de produtos no segmento de bebidas prontas para beber. As empresas de bebidas também estão se concentrando em técnicas de fabricação artesanal premium, com aproximadamente 27% das marcas promovendo extratos de chá fabricados naturalmente em suas bebidas alcoólicas.

Tendências no consumo de bebidas premium no Brasil

Entre os canais mais beneficiados por esse movimento estão os restaurantes, que registraram crescimento de 0,5% em unidades, seguidos pelos bares, com alta de 0,9%, e pelos ambulantes, que apresentaram um avanço de 1,3%. Esses dados reforçam a preferência do consumidor por opções práticas e acessíveis, especialmente em um cenário de reorganização de prioridades e busca por conveniência. Enquanto as bebidas alcoólicas perdem espaço, o consumo de bebidas não alcoólicas — como água sem gás, café e sucos prontos para beber — cresceu 15,2% entre os Millennials.

As iniciativas de sustentabilidade representam outra área de investimento, com aproximadamente 28% das marcas de bebidas a introduzirem embalagens recicláveis ​​para bebidas alcoólicas enlatadas. As marcas de bebidas artesanais premium estão atraindo investidores de nicho, já que cerca de 22% dos consumidores procuram ativamente bebidas alcoólicas artesanais. Esses fatores destacam coletivamente fortes oportunidades de investimento e potencial de expansão de longo prazo no Mercado de Chá Duro. A Ásia-Pacífico representa cerca de 20% da participação no mercado de chá duro e está emergindo como uma região em rápida expansão devido à forte cultura de consumo de chá e ao crescente interesse em bebidas alcoólicas aromatizadas. Aproximadamente 48% dos consumidores da região consomem regularmente bebidas à base de chá, o que apoia a aceitação de produtos de chá duro.

Pesquisa da consultoria Worldpanel by Numerator aponta que as ocasiões de consumo no lar caíram 19% no ano passado. – O setor de restaurantes opera com margens tipicamente estreitas, de modo que a majoração produz impacto direto e severo no fluxo de caixa das empresas associadas. A ANR – Associação Nacional de Restaurantes representa empresários do setor de food service brasileiro em suas relações com os poderes públicos, entidades de trabalhadores e junto à sociedade em geral. Jornalista formado pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), pós-graduado em Novas Tecnologias em Jornalismo (PUCPR) e em Jornalismo Cultural (FAAP/SP). Especialista em cultura e lifestyle com experiência em produção e edição de conteúdo para marcas como a LATAM Airlines e veículos como Rolling Stone Brasil, GQ Brasil e GNT.